sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Convite - Um Núcleo de Saúde Coletiva do Vale?‏

Comentando a obra de Spinoza, Deleuze nos lembra que “o Estado, sobretudo o Estado civil, isto é, a sociedade inteira é (...) o conjunto das condições sob as quais o homem pode efetuar sua potência da melhor maneira. Portanto, não é de forma alguma uma relação de obediência (...)” (Les Cours de Vincennes sur Spinoza - 1978/1981 / http://www.webdeleuze.com).

Nesse espírito, estaremos nos reunindo no próximo dia 28 de novembro (sábado), na UNIVASF-Petrolina (Sala 20, das 08:00h às 12:00h), com a finalidade de possibilitar, sob o laço agregador da Saúde Coletiva, o “mútuo reconhecimento” e a “negociação de sonhos” entre as várias iniciativas e ações (pessoais e/ou institucionais) relativas à Saúde Pública no Vale do São Francisco.

Na oportunidade, estará em discussão, também, a oportunidade e necessidade de um Núcleo de Saúde Coletiva em nossa região.

Informações: Drª Claúdia Galindo (87) 8827-3460

Mais de duas mil pessoas veem filme sobre Lula


Com forte apelo emocional, o filme “Lula, o filho do Brasil”, foi exibido ontem pela primeira vez no Recife para uma plateia de mais de duas mil pessoas no Centro de Convenções. A película, que conta a história do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), estreia em 400 salas de exibição no dia 1º de janeiro. A exibição contou com a presença de familiares do petista, dos produtores e do elenco. Todos procuraram afastar o caráter eleitoral do filme.

“Acho que isso (o filme) vai tocar a autoestima dos brasileiros. Não vejo isso como uma questão eleitoral. O governador José Serra (PSDB-SP) ajudou lá para que o filme saísse. Não é justo tornar esse filme um filme eleitoral. Não é correto. Esse filme retrata a vida de um brasileiro que como muitos outros passou momentos-limites na vida e que se politizou nesse processo”, disse o governador Eduardo Campos (PSB).

O irmão mais velho de Lula, Frei Chico, aproveitou para reclamar da Imprensa e das críticas da oposição sobre o “caráter eleitoreiro”. “Tentam politizar o filme de Lula como eleitoral. Mas faz parte do processo. O Lula tem lutado contra isso”, disparou. No filme, Frei Chico tem papel fundamental na formação política do irmão mais novo. Ele é quem incentiva Lula a entrar na vida sindical.

O próprio diretor do filme, Luís Carlos Barreto, também se encarregou de desvincular a questão eleitoral. “A primeira exibição do filme foi promovida por um governador do DEM. Então, se tinha, se houve ou se haverá (cunho eleitoral) começou com o DEM”, disse, referindo-se ao governador do Distrito Federal, Roberto Arruda, na última terça-feira. Ele também rebateu as críticas de que a produção teria sido a mais cara da história do cinema brasileiro. “O orçamento (R$ 16 milhões) não é extravagante”, afirmou.

O secretário das Cidades, Humberto Costa (PT), que já foi ministro da Saúde na primeira gestão de Lula, disse que é um filme que conta a história de milhares de pessoas. “A diferença é que muitos são anônimos e Lula conseguiu ascender”, assinalou. Já na opinião do prefeito João da Costa (PT), o que vai trazer dividendos políticos para a candidata do PT à sucessão de Lula, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, é “a conclusão de um bom trabalho”. Na ausência da estrela principal, o presidente Lula, o sósia José Bezerra deu as boas vindas ao público.(Folha de Pernambuco)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Depressão será a doença mais comum do planeta em 2030

Nos próximos 20 anos, a depressão deverá afetar mais pessoas que qualquer outro problema de saúde, inclusive as doenças cardiovasculares e o câncer. A estimativa é da Organização Mundial de Saúde (OMS).
A entidade alerta também para os custos econômicos e sociais e para a diminuição da produtividade resultantes dos gastos com tratamento. Países pobres, onde já se registram mais casos de depressão que os desenvolvidos, serão os mais afetados nas próximas décadas. “A patologia tem diversas causas, algumas biológicas, mas parte delas vem de pressões ambientais e, obviamente, as pessoas pobres sofrem mais stress no dia a dia que as ricas, e não é surpreendente que tenham mais depressão”, disse o médico Shekhar Saxena, do Departamento de Saúde Mental da OMS, na primeira Cúpula Global de Saúde Mental, em Atenas, na Grécia.
Segundo ele, não devemos considerar que haja uma epidemia silenciosa, porque a depressão vem sendo cada vez mais diagnosticada. “Mas as pessoas têm o direito de ser aconselhadas e tratadas como em qualquer outro distúrbio, e é preciso mudar a mentalidade em relação à doença”, ressalta o médico.

Fonte: Mente e Cérebro

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Mau humor deixa as pessoas mais inteligentes

O mau humor pode deixar a inteligência mais afiada. Pelo menos é o que sugere um estudo recente publicado na revista científica Australasian Science. Segundo o pesquisador responsável pelo estudo, o professor Joseph Forgas, a tristeza e o mau humor podem melhorar a capacidade de julgar diferentes fatos e também beneficiam a memória.
O estudo foi baseado em testes que manipulavam o encorajamento dos participantes, usando filmes e lembranças, tanto as positivas quanto as negativas. De acordo com o cientista, o estado de ânimo positivo beneficia a criatividade, a flexibilidade e o senso de cooperação. Já o mau humor deixa a pessoa mais focada e atenciosa, além de facilitaro pensamento prudente, aumentando o processamento de informação no cérebro e também a capacidade de argumentação. (Fonte: minha vida)

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Prefeito fala sobre situação da saúde e lembra que preciso pedir




“Foi um investimento que ultrapassou mais de R$ 300 mil que dará para atender a todas as unidades”, comemora a secretária Kátia Simone. Ela reconheceu a existência de dificuldade na contratação de médicos. “Isso é devido ao quantitativo existente em nossa região porque alguns trabalham aqui, em Juazeiro e em outras cidades. Na verdade, existe a dificuldade de se encontrar profissionais disponíveis”, informa.

As despesas para a manutenção no município são bastante elevadas, contando, apenas, com a ajuda do Governo Federal. “Os gastos são superiores à receita. Estamos enfrentando problemas de repasses por parte do Governo do Estado. Há meses não recebemos a contrapartida, inclusive de verbas relacionada à manutenção do SAMU. Esperamos resolver o problema em breve”, almeja.

Emocionado, o prefeito Júlio Lóssio (PMDB) comemorou o ato. “Hoje é um momento de muita felicidade, porque quando caminhávamos e fazíamos as reuniões nas ruas, dizíamos que posto de saúde sem médico, sem enfermeira, equipamentos e remédios é como a panela sem comida ou um cavalo sem sela. Não foi fácil como encontramos as finanças de Petrolina, criaram uma ilusão de marketing de que Petrolina estava em céu de brigadeiro. Isso não é verdade, do ponto de vista financeiro, todos sabem que há muitos e muitos anos, Petrolina rola dívidas, empurra com a barriga os problemas financeiros. São mais de R$ 120 milhões em dívidas. Mas a nossa função era repactuar a dívida, negociar contratos, buscar recursos, trazer novos investimentos, e temos feitos isso”, relata.

Sobre a questão de transparência. “Não podemos esconder o passado, porque na política a transparência tem que estar presente e o que aparecer de ruim em meu governo tem que ser dito. O que for descoberto de errado dos governos anteriores as pessoas vão ter que saber, porque esse dinheiro não é meu, é de todos nós”, afirma. O prefeito aproveita a oportunidade para destacar algumas obras executadas. “Todos os bairros receberam ações deste governo, como calçamento, pavimentação e saneamento”. Ele reconhece as dificuldades. “Não é só Petrolina que enfrenta problemas na saúde, é todo o país. O Brasil não acertou o caminho para a melhoria da saúde e educação para o seu povo. Os problemas que atingem a saúde são vários”, argumenta.

Ele mandou um recado direto para sua equipe. “Este time teve um ano para se formar, já treinou bastante. Agora é hora de jogar, quem jogar bem fica, quem não jogar sai. A partir deste mês, são cinco mil funcionários que serão recadastrados para se fazer justiça àquele que trabalha todos os dias, porque me parece que tem gente que não faz isso e no final do mês recebe o salário”, informa. Outro fato citado pelo prefeito é sobre o curso de agente comunitário de saúde. “A partir de janeiro eles estarão mais qualificados. Será um curso intensivo de 15 dias, com 8 horas por dia. Logo depois, todos receberão novos equipamentos como tensiômetro e termômetro. Estamos tentando para janeiro implantar o palmtop e aparelhos para medir a glicemia da população. Cada agente ficará responsável por 150 residências”, informa.

O prefeito aproveitou a oportunidade para esclarecer as dificuldades que vem enfrentando com o governo do Estado. “Ele continua errando na saúde. Eu fui eleito para melhorar as condições de saúde do povo, e não posso entregar o Hospital Dom Malan para quem não cuida dos Hospitais da Restauração e Getúlio Vargas. Não queremos aquele modelo para Petrolina. Eu sei que temos problemas no Traumas, mas eu desafio um hospital que ofereça a qualidade de atendimento que o Traumas oferece. Eu sei que não está bom, mas já é o melhor hospital público de Pernambuco graças à parceria que fizemos com a Univasf”, compara.

Mais problemas: “Há mais de dez meses o estado não repassa a parte que lhe cabe relacionada ao SAMU. Enquanto isso o governo diz que está transformando o Estado em uma maravilha, onde na verdade estamos sofrendo com as consequências e a cada dia ficando mais difícil”. Sobre a questão de transparência. “Vamos publicar na internet até o final de 2010 todos os salários – do prefeito ao gari”.

“Ontem entregamos duas balsas junto com a Codevasf: uma para a ilha do Massangano e a outra para a ilha do Pico, que era uma emenda do ex-deputado federal Osvaldo Coelho. Eu sei que o presidente Lula é bem intencionado, mas as coisas deixam de vir para a nossa cidade porque os nossos representantes em Brasília não pedem”. Ele conclui afirmando que a cidade necessita de 15 clínicas, porque tem crescido bastante nos últimos tempos. “Para isso, temos prédios e de unidades para que possamos colocar o pessoal para trabalhar”. (www.acaopopular.net)

Foto:Josélia Maria

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Prefeito Julio Lóssio entrega novos equipamentos de atendimento à saúde para a comunidade



O prefeito Júlio Lóssio entregou hoje (05) à comunidade, 666 equipamentos de saúde como, mesa ginecológica, nebulizador, compressor odontológico, mesa para exames, colete de chumbo, além de computador, impressora, DVD, entre outros que irão melhorar o atendimento na atenção de saúde básica do município. Os equipamentos custaram R$ 295 mil. Os recursos foram liberados através de uma parceria entre o Ministério da Saúde e a prefeitura de Petrolina que entrou com uma contrapartida.

De acordo com a secretária de saúde, Kátia Simoni, os equipamentos irão melhorar a qualidade no atendimento nas unidades de saúde, facilitando o trabalho dos profissionais. “Orientamos para que os profissionais de saúde façam bom uso dos materiais”, enfatizou. O líder comunitário do bairro Alto do Cocar, José Ribeiro, afirmou que se sentia aliviado e satisfeito em falar num assunto que durante os últimos anos angustiava os moradores dos bairros. “Agora estou alegre porque sei que os postos de saúde poderão atender melhor. Isso nos tranquiliza”, revelou.

A representante do Conselho Municipal de Saúde, Maria do Carmo, falou que os conselheiros tem um papel importante hoje que é o de tentar sensibilizar os parlamentares nas assembléias legislativas e no congresso para que apóiem os prefeitos que ficam sobrecarregados com diversos problemas da área de saúde para resolver. Ela citou a emenda parlamentar 29 que define como será destinado o dinheiro da saúde, na qual os deputados deveriam estar mais atentos e sensibilizados com as necessidades dos municípios. “Saúde não se constrói de um dia para o outro e não se trabalha com saúde sem dinheiro”, disse.

O Vice-prefeito Domingos Sávio Guimarães lembrou dos esforços do prefeito Julio Lóssio para reverter às dificuldades encontradas ao assumir o governo, ocasionadas pela falta de recursos e cortes do Fundo de participação dos Municípios – FPM. “Esse foi um ano atípico, mas o prefeito provou a sua capacidade de gestão no enfrentamento dos obstáculos”, assegurou.

O prefeito Julio Lóssio ressaltou que ao assumir a prefeitura encontrou uma dívida de R$ 120 milhões e um sequestro de R$ um milhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, o que dificultou a gestão nos seus primeiros dias de gestão. Ele apontou como uma das primeiras providências a criação de um plano para a repactuação das dívidas da prefeitura herdadas das gestões passadas. “Tivemos que repactuar dívidas e não é fácil resolver as dificuldades da saúde que não são apenas de Petrolina, mas do país. Não se resolve os problemas da saúde em um, dois ou três anos. Por isso não entrego o Dom Malan ao estado porque conheço a situação dos Hospitais da Restauração e do Getúlio Vargas que são administrados pelo estado e posso dizer que o Hospital de Traumas com apenas dois meses de parceria com a UNIVASF é o melhor hospital público de Pernambuco”, avaliou.

Para Lóssio, a responsabilidade na resolução dos problemas sociais que afligem a população é coletiva. “A responsabilidade é do prefeito, do governador e do presidente”, explicou. Lóssio ressaltou a satisfação com a compra dos equipamentos, explicando que a aquisição dos equipamentos foi uma conquista, mas as equipes de saúde têm que conservar o material. “Esse dinheiro não é meu, é de todos nós, portanto é preciso usar o equipamento com carinho, usar com cuidado, utilizar só quando for preciso”, disse.

O gestor municipal anunciou também que neste mês Petrolina vai contar com um curso de agente comunitário de saúde que acontecerá durante 15 dias e será intensivo, preparando melhor os agentes que poderão utilizar alguns aparelhos como termômetro, aparelho de glicemia e um sistema de visitas ás famílias. Ele se reportou a um depoimento que havia dado, dizendo que o município precisava de 10 clínicas de referência para atender melhor a população. “Errei, não precisamos de 10 não, mas de 15, já temos os prédios, precisamos agora equipa-los”, completou.

Julio Lóssio disse que tem mantido contatos permanentes com o prefeito de Juazeiro Isaac Carvalho (PC do B) para discutir problemas comuns entre as duas cidades, especialmente no que diz respeito à saúde. “Somos uma cidade só e o importante não é onde a pessoa seja atendida, mas que seja atendida. Temos que nos unir, por isso tem sido tão importantes essas reuniões semanais com o prefeito Isaac”, disse.

Lóssio enfatizou ainda que hoje o presidente Lula é o mais avaliado da história do Brasil e tem tido boa intenção, mas é necessário que os dirigentes públicos reivindiquem mais. “Falta pedido, por isso que eu peço mesmo, cobro porque precisamos de um modelo de saúde que tenha continuidade”.

domingo, 1 de novembro de 2009

Coordenadora de Saúde Bucal em Brasília

Coordenador Nacional de Saúde Bucal Dr. Gilberto Pucca e Drª Lúcia Giesta.




A Coordenadora de Saúde Bucal da Secretaria de Saúde de Petrolina, cirurgiã dentista, Lúcia Giesta, participou do II Encontro Latino Americano de Saúde Bucal; Encontro de Centro de Especialidades Odontológicas e de Coordenadores de Saúde Bucal, em Brasilia .
Petrolina é destaque contra câncer bucal.